domingo, fevereiro 22, 2015

DILMA VAI SOBREVIVER?



ESTA PINTURA SURREALISTA É  A MENTE DE DILMA ROUSSEFF - INCOMPREENSÍVEL, SEM PÉ NEM CABEÇA. RESUMINDO: É UMA MONSTRUOSIDADE DO SÉCULO 21. 



  DILMA SURREAL

  O dicionário nos ensina que ‘surreal’ é “algo ou alguém que se afasta da razão ou da realidade, causando estranheza; é o absurdo”. Pois é assim que a presidente (por enquanto) se apresenta. Essa senhora acredita nas mentiras que fala, e, pior, quer que nós acreditemos, como se imbecis fossemos. Ela perdeu a noção. Encarnou o “nonsense”.

  Tudo que ela faz não passa de ações desesperadas para recuperar o prestígio perdido, cuja ficha demorou a cair na mente deste povo ignorante – que não é burro.
  Dilma começou a mentir nacionalmente quando entregou um ‘currículo vitae’ falso. Descoberta a falcatrua, confessou o engano, atribuindo-o a assessores. De lá para cá, a situação só se agravou. Sua última falácia foi, como tudo que ela diz ou faz, própria dos idiotas: a tentativa de culpar o governo de Fernando Henrique Cardoso pela corrupção na Petrobrás,  Com o apoio imediato dos seus asseclas petistas, tão imbecis como ela.


  Até quando suportaremos essa violência contra nossa inteligência? Tenho recebido correspondência sobre um possível impeachment, sobre o agravamento do seu câncer – que seria o verdadeiro responsável por sua perda de peso e pelo seu sumiço de cerca de 30 dias. Que ela morra! Seria um benefício para o país. Mesmo sem ela, teremos (?) que aturar o Michel Temer ou o Renan Calheiros, dois safados de carteirinha. Não será fácil escapar de tanta podridão. Caímos numa cilada chamada PT/PMDB. É a situação mais surrealista, só existente paralelo na Bíblia, com suas histórias mirabolantes. 

domingo, fevereiro 15, 2015

MORAL É HIPOCRISIA

Moral e ética são temas polêmicos, de acordo com os padrões de cada um. Temos explicações para nossas fraquezas, mas não perdoamos as dos outros. Uma coisa é certa: sem moral, não há felicidade. Mas de que moral estamos falando? Da sua, da minha ou da deles? 


   MORAL E FELICIDADE

  Não pretendo analisar a relação entre essas duas palavras em apenas uma página. Quero apenas levantar questões para reflexão.
  Moral é feita de regras de comportamento que os outros esperam que abracemos. É aí que a coisa complica. Se, por um lado, a moral vigente entra em confronto com nossas ideias e desejos, temos que fazer escolhas. A felicidade é uma ilusão. Ser feliz significa, na nossa pobre mente, possuir o que não está a nosso alcance – seja o que for. Ninguém tem tudo o que quer. Nem nunca terá. Mas há ‘estados’ intermediários. É quando somamos mais vitórias do que fracassos. Isso merece ser analisado. 

  Pessoas bem-sucedidas viveram problemas. Darwin foi infeliz no casamento, e assim mesmo teve dez filhos com a mulher. Fico imaginando quantos filhos teria se fosse um casamento feliz. Fez escolhas erradas exatamente por ter medo de errar. A moral geralmente atrapalha. Falo da moral dos outros, que geralmente é hipócrita. Assim como a nossa, na qual fingimos acreditar que é a certa. 

  Moral, para mim, é fazermos o que desejamos sem prejudicar os outros. Fora disso, não há moral. Consequentemente, não há felicidade. As pessoas costumam reprovar quem faz o que elas mesmas gostariam de fazer. É quando a inveja fala e condena em nome da virtude.

  O brasileiro não é feliz, é esperançoso. Somos um povo ladrão, segundo o ‘Instituto de Pesquisas Sisson’, que diz o que acredita. Ser mãe deve ser uma maravilha, o que não quer dizer que as mães sejam maravilhosas. Mães que não cortam o cordão umbilical no momento certo, são burras e egoístas. Nesse ponto, as norte americanas estão mais evoluídas. 

  Enquanto nossa felicidade estiver calcada no que não possuímos, seremos infelizes para sempre. 




segunda-feira, fevereiro 09, 2015

POLÍTICA EDITORIAL EQUIVOCADA


O universo editorial está repleto de maus escritores, escolhidos para serem publicados por gente incompetente. Por causa disso, nas prateleiras das livrarias a maioria dos títulos é medíocre: ou são difíceis de ler, ou simplesmente chatos e sem atrativos. 



     FOD* E MAL PAGOS   

  Ninguém nota, mas tudo que é dito pelos meios de informação é antecipadamente redigido. O universo é amplo, e vai da publicidade ao cinema, jornais impressos e falados, livros de estudo ou lazer, teatro, enfim, tudo que você aprende foi escrito por alguém e movimenta bilhões de reais ou dólares. Mesmo sabendo disso, “antas” que dirigem jornais ( é só um exemplo) como a Folha de São Paulo, demitem uma cronista como a Danuza Leão porque ela ganhava muito – essa foi a justificativa. No entanto, basta um analfabeto saber dar uns dribles e logo ganha o que nenhum cronista ou redator jamais sonhou.

  Mesmo gente famosa, como o escritor João Ubaldo Ribeiro, sempre que podia reclamava dos seus ganhos. Ubaldo reclamava de barriga cheia. Manoel Bandeira teve que autofinanciar seus seis primeiros livros; do contrário, provavelmente seria até hoje um desconhecido. Os editores são burros, como milhões de exemplos comprovam. Paulo Coelho escreve mal, e ficou milionário. Está tudo errado.

  O ‘QI’ (quem indica) determina as contratações de gente que não merecia o emprego. Escrever bem não importa, pois os brasileiros são ignorantes e não sabem ler; alguns até leem, mas não entendem. Nesse cenário triste, surgem os críticos – idiotas que têm a pretensão de adivinhar as intenções de quem escreve.
  Nossa imprensa é repleta de tabus, segundo a conveniência dos veículos. Como podem reclamar mais liberdade de imprensa, se eles próprios censuram o que seus redatores tentam publicar? É a mais pura hipocrisia.

  Isso ocorre tanto na música como nas artes plásticas, onde imperam os medíocres. Os descobridores de talentos são, raras exceções, os piores profissionais do mercado. Falo com conhecimento de causa: eu próprio poderia ser famoso, se tivesse aceitado ter participado do ‘teste do sofá’ – que o meio artístico e cultural conhece tão bem.

  A conclusão é: o Brasil desperdiça talentos.